Blog que mostra a verdadeira essência da vida animal e como podemos viver em harmonia com estas criaturas tão incompreendidas e massacradas pela humanidade. Seja bem vindo! Por amor aos animais!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
Achei um cão na rua, e agora?
Achei um cão na rua, e agora?
Por: Ana Corina
Todos os dias recebo mails e ligações com as mesmas dúvidas:
"Vi um cachorro doente na rua", "Tem uma cadela grávida ou no cio na minha rua", "Achei uma caixa com filhotes", ou ainda "Vou me mudar, o que faço com meus cães/gatos?".
Gostaria que todos os que me escrevem/ligam entendessem o seguinte: as pessoas que ajudam os animais fazem a mesma coisa que qualquer pessoa que quer ajudá-los, inclusive você, pode fazer. Estas pessoas gastam tempo, dinheiro e muita energia ajudando estes animais, não é nem justo que ainda tenham que dar conta dos animais que outras pessoas encontraram. Não há um lugar mágico e agradável para onde levar estes animais. Não há uma conta bancária de onde sairá dinheiro infinito para comprar remédios, pagar veterinários etc.
Então, por favor, antes me de procurarem leiam com atenção:
"Tem um cachorro abandonado/doente/machucado no meu caminho..."
Se você teve coração para se comover e quer socorrê-lo, o passo-a-passo de quem ajuda cães/gatos é o seguinte:
Recolher o animal da rua;
Levá-lo a um veterinário (já peguei táxi, já fui a pé, já chamei amigos, já pedi carona...);
Em caso muito grave, solicitar a eutanásia;
Em casos tratáveis, pagar o veterinário, os gastos com o tratamento e, se for o caso, com hospedagem até o animal ficar bom (conheço pessoas que fazem empréstimos, vendem objetos pessoais, fazem rifas, ações entre amigos, mas nunca, jamais, deixaram de ajudar um animal porque não tinham dinheiro);
Castrar o animal (há clínicas que fazem esta cirurgia por um preço social e há prefeituras que fazem de graça. Aqui sim você pode me escrever dizendo qual seu bairro para eu pesquisar um local que possa lhe dar descontos etc.);
Tirar fotos para anunciar este animal por meio de e-mails, sites e cartazes. Anunciar este animal em jornais é uma das melhores maneiras de divulgá-lo. A partir de hoje só divulgarei animais adultos no blog se estiverem castrados. Só farei divulgação de filhotes se conhecer muito bem a pessoa que estiver doando e tiver certeza de que irá castrá-los mesmo depois de doados.
Muitas vezes quem socorre um animal não tem como levá-lo para casa (eu, inclusive). Então esta pessoa fala com amigos, conhecidos, parentes e arruma um lugar onde ele possa ficar até ser adotado ou até ser castrado e ser devolvido às ruas com saúde, ou paga uma hospedagem.
Não há nada de errado em cuidar de um animal, castrá-lo e devolvê-lo às ruas.
Achei um cão na rua, e agora?
Achei um cão na rua, e agora?
Por: Ana Corina
Todos os dias recebo mails e ligações com as mesmas dúvidas:
"Vi um cachorro doente na rua", "Tem uma cadela grávida ou no cio na minha rua", "Achei uma caixa com filhotes", ou ainda "Vou me mudar, o que faço com meus cães/gatos?".
Gostaria que todos os que me escrevem/ligam entendessem o seguinte: as pessoas que ajudam os animais fazem a mesma coisa que qualquer pessoa que quer ajudá-los, inclusive você, pode fazer. Estas pessoas gastam tempo, dinheiro e muita energia ajudando estes animais, não é nem justo que ainda tenham que dar conta dos animais que outras pessoas encontraram. Não há um lugar mágico e agradável para onde levar estes animais. Não há uma conta bancária de onde sairá dinheiro infinito para comprar remédios, pagar veterinários etc.
Então, por favor, antes me de procurarem leiam com atenção:
"Tem um cachorro abandonado/doente/machucado no meu caminho..."
Se você teve coração para se comover e quer socorrê-lo, o passo-a-passo de quem ajuda cães/gatos é o seguinte:
Recolher o animal da rua;
Levá-lo a um veterinário (já peguei táxi, já fui a pé, já chamei amigos, já pedi carona...);
Em caso muito grave, solicitar a eutanásia;
Em casos tratáveis, pagar o veterinário, os gastos com o tratamento e, se for o caso, com hospedagem até o animal ficar bom (conheço pessoas que fazem empréstimos, vendem objetos pessoais, fazem rifas, ações entre amigos, mas nunca, jamais, deixaram de ajudar um animal porque não tinham dinheiro);
Castrar o animal (há clínicas que fazem esta cirurgia por um preço social e há prefeituras que fazem de graça. Aqui sim você pode me escrever dizendo qual seu bairro para eu pesquisar um local que possa lhe dar descontos etc.);
Tirar fotos para anunciar este animal por meio de e-mails, sites e cartazes. Anunciar este animal em jornais é uma das melhores maneiras de divulgá-lo. A partir de hoje só divulgarei animais adultos no blog se estiverem castrados. Só farei divulgação de filhotes se conhecer muito bem a pessoa que estiver doando e tiver certeza de que irá castrá-los mesmo depois de doados.
Muitas vezes quem socorre um animal não tem como levá-lo para casa (eu, inclusive). Então esta pessoa fala com amigos, conhecidos, parentes e arruma um lugar onde ele possa ficar até ser adotado ou até ser castrado e ser devolvido às ruas com saúde, ou paga uma hospedagem.
Não há nada de errado em cuidar de um animal, castrá-lo e devolvê-lo às ruas.
"Errado, é não socorrer o animal ou querer passar a responsabilidade para outros."
Olá, pessoal!!!
Longo tempo sem escrever, não?
Bem, agora que sou mãe de duas pequenas, não tenho tido muito tempo....
Gostaria de divulgar duas coisinhas:
Primeiro, a candidatura da Marilu para vereadora aqui em São José dos Campos. Votem nela. Quem a conhece sabe do trabalho maravilhoso que ela faz pelos animais e com certeza poderá fazer muito mais como vereadora.
MARILU GODOI - 11611
Outra coisa é o site de produtos de beleza que estamos tocando:
www.sundari.com.br
Visitem e divulguem, tem maquiagens espetaculares lá a um preço maneiro!!!
beijos a todos!!!
Juliana
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Piracicaba: Lei restringe animais em rodeios
Piracicaba: Lei restringe animais em rodeios
28 de Dezembro de 2011 02:21
em 27/12/2011
Não cumprimento da lei acarretará em multa de R$ 10 mil, que pode ter valor dobrado
O poder Executivo local proibiu, na última semana, perseguições seguidas de laçadas e derrubadas de animais em rodeios, conforme a lei n° 7.210 sancionada pelo prefeito Barjas Negri (PSDB). O não cumprimento da norma acarretará multa de R$ 10 mil e o infrator será intimado a cessar de imediato a prática. Em caso de reincidência, a multa terá valor dobrado. O autor do projeto de lei foi o vereador Laércio Trevisan (PR).
Segundo Trevisan, a iniciativa é uma forma de Piracicaba evitar uma ocorrência similar a que aconteceu em agosto, durante a 56° edição da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, quando um bezerro ficou tetraplégico e precisou ser sacrificado após ter sido submetido à prova de bulldog (imobilização de bezerros).
"Casos assim não são incomuns, uma vez que as provas de perseguição, seguida de laçada e derrubada não só submetem os animais ao sofrimento físico e psíquico, mas a riscos de lesões orgânicas, rupturas musculares e paralisia gerada por danos irreversíveis à coluna vertebral", diz o vereador.
Nas ruas, a medida pode ser taxada de popular e, por isso, atendeu a um anseio de parte da população, de acordo com os relatos ouvidos pela reportagem de A Tribuna. E engana-se quem pensa que só ambientalistas é que estão do lado da proibição.
“Acho um exagero esse tipo de provas, que acabam trazendo riscos aos animais. Espero que o próximo passo também seja a proibição dos rodeios. Se Piracicaba quer ser modelo, que comece pela relação com os animais”, argumenta a professora de artes Eulídia de Campos.
O representante comercial Fagner Herrera vai além. “Não dá para acreditar que o ser humano, em pleno século 21, ainda acompanhe e goste desses tipos de provas. Já passou da hora de acabar com elas”, afirma, mesmo conhecendo a popularidade e a chamada tradição que ainda existe nestes tipos de disputa.
AS PROVAS – Na prova “calf roping” (laço do bezerro), o peão laça o pescoço do bezerro e o faz estancar de forma abrupta. Na “team roping” (laço em dupla), os animais são laçados pela cabeça e na parte traseira. Ambas as provas podem causar lesões na coluna vertebral dos animais e lesões orgânicas. Nas vaquejadas, o gesto de tracionar o animal pelo rabo pode causar luxação nas vértebras, rupturas de ligamentos e vasos sanguíneos. Na prova conhecida como “bulldogging”, o peão desmonta do cavalo, atirando-se sobre a cabeça do animal em movimento, com intenção de derrubá-lo no chão agarrando pelos chifres.
http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=11034
28 de Dezembro de 2011 02:21
em 27/12/2011
Não cumprimento da lei acarretará em multa de R$ 10 mil, que pode ter valor dobrado
O poder Executivo local proibiu, na última semana, perseguições seguidas de laçadas e derrubadas de animais em rodeios, conforme a lei n° 7.210 sancionada pelo prefeito Barjas Negri (PSDB). O não cumprimento da norma acarretará multa de R$ 10 mil e o infrator será intimado a cessar de imediato a prática. Em caso de reincidência, a multa terá valor dobrado. O autor do projeto de lei foi o vereador Laércio Trevisan (PR).
Segundo Trevisan, a iniciativa é uma forma de Piracicaba evitar uma ocorrência similar a que aconteceu em agosto, durante a 56° edição da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, quando um bezerro ficou tetraplégico e precisou ser sacrificado após ter sido submetido à prova de bulldog (imobilização de bezerros).
"Casos assim não são incomuns, uma vez que as provas de perseguição, seguida de laçada e derrubada não só submetem os animais ao sofrimento físico e psíquico, mas a riscos de lesões orgânicas, rupturas musculares e paralisia gerada por danos irreversíveis à coluna vertebral", diz o vereador.
Nas ruas, a medida pode ser taxada de popular e, por isso, atendeu a um anseio de parte da população, de acordo com os relatos ouvidos pela reportagem de A Tribuna. E engana-se quem pensa que só ambientalistas é que estão do lado da proibição.
“Acho um exagero esse tipo de provas, que acabam trazendo riscos aos animais. Espero que o próximo passo também seja a proibição dos rodeios. Se Piracicaba quer ser modelo, que comece pela relação com os animais”, argumenta a professora de artes Eulídia de Campos.
O representante comercial Fagner Herrera vai além. “Não dá para acreditar que o ser humano, em pleno século 21, ainda acompanhe e goste desses tipos de provas. Já passou da hora de acabar com elas”, afirma, mesmo conhecendo a popularidade e a chamada tradição que ainda existe nestes tipos de disputa.
AS PROVAS – Na prova “calf roping” (laço do bezerro), o peão laça o pescoço do bezerro e o faz estancar de forma abrupta. Na “team roping” (laço em dupla), os animais são laçados pela cabeça e na parte traseira. Ambas as provas podem causar lesões na coluna vertebral dos animais e lesões orgânicas. Nas vaquejadas, o gesto de tracionar o animal pelo rabo pode causar luxação nas vértebras, rupturas de ligamentos e vasos sanguíneos. Na prova conhecida como “bulldogging”, o peão desmonta do cavalo, atirando-se sobre a cabeça do animal em movimento, com intenção de derrubá-lo no chão agarrando pelos chifres.
http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=11034
A terapia com os botos
"Bototerapia" utiliza poder curativo do ultra-som do boto-cor-de-rosa
Da EFE
Mateo Sancho Cardiel.
Manaus, 13 nov (EFE).- O Centro Terapêutico do Boto-Cor-de-Rosa, situado no rio Ariau, a poucos quilômetros de Manaus, é o único do mundo que aproveita em seu espaço natural os poderes curativos deste animal que vive no Amazonas e que têm aplicações oncológicas, neurológicas e fisioterapêuticas.
Além de sua simpatia e sua atração turística, o boto-rosa possui no cérebro um potente sistema de ultra-sons que o transforma em um complemento natural para atenuar da leucemia à depressão, ou problemas de psicomotricidade.
O centro, dirigido pelo veterinário brasileiro Igor Simões, possui desde 2005 tratamentos baseados na interação com este animal, cujo sistema de ultra-sons cerebrais é maior do que o do golfinho.
Situado no rio Ariau, que liga os rios Negro e Solimões - que depois se torna o rio Amazonas -, o centro de "bototerapia", como também se conhece este tratamento, tem a peculiaridade de trabalhar com os animais sem mantê-los em cativeiro, o que multiplica a eficácia, e é especializado no tratamento infantil, ainda em pequena escala.
O boto-cor-de-rosa, com seus pequenos e quase inúteis olhos, compensa a deficiência visual com um gerador de ultra-sons capazes de, "ao entrar em contato com as pessoas, ter uma visão delas equivalente à de uma ultra-sonografia na qual, em seguida, localizam onde está seu problema", disse Simões à Agência Efe.
Após estudar veterinária e dedicar anos de pesquisa, Simões firmou sua tese sobre o efeito fisioterapêutico nos humanos de nadar com os botos, mas, depois, foi comprovando que sua aplicação se estendia também ao campo neurológico, ao oncológico e ao psicológico.
Os ultra-sons situam o problema e conseguem "um efeito de equilíbrio no corpo, geram endorfinas e estimulam o organismo, de modo que podem fazer melhorar o funcionamento de glândulas, a secreção de hormônios e o fluxo sanguíneo", explicou.
Segundo dados da Fundação Água Thought, um dos efeitos mais notórios dos botos é a capacidade para melhorar a sincronia inter-hemisférica - com sucesso em 75% dos casos - e ativar zonas latentes do cérebro, desbloqueando também traumas, e reverter a auto-estima, que também ativa o sistema imunológico do paciente.
Antes da ciência, já existia um mito indígena que ligava o boto-cor-de-rosa ao organismo do homem e, segundo o qual, o animal se transformava em homem à noite e fecundava as mulheres.
O boto, além disso, completa com seus ultra-sons de uma maneira natural a quimioterapia e a radioterapia para pacientes com câncer, segundo Simões.
Além disso, estimulam a necessidade de comunicação nas crianças com problemas de socialização e dinamizam a aprendizagem nos casos de Síndrome de Down, conseguindo resultados entre duas e dez vezes mais rápidos.
"Quanto maior é o problema, mais os botos formam empatia com o paciente", assegurou Simões, acrescentando que estes tratamentos conseguem o bem-estar nos próprios botos, que, inclusive, "aprendem" a ser mais eficazes.
O efeito terapêutico destes animais, que adultos podem chegar a pesar 180 quilos e a medir 2,5 metros, "é notado desde o primeiro dia", embora o tratamento possa durar até três anos, em sessões de duas horas.
Este tipo de tratamento é solicitado, na maioria, por pacientes brasileiros, mas também estão começando a chegar pedidos da Europa.
O boto-cor-de-rosa do Amazonas compartilha seu uso terapêutico com o turístico, devido a seu caráter afável e sua facilidade de trato com os humanos, objeto de visitas organizadas quase diárias, que conseguiram a redução da caça desse animal, já que sua carne servia antes de isca para a pesca em grande escala. EFE
Da EFE
Mateo Sancho Cardiel.
Manaus, 13 nov (EFE).- O Centro Terapêutico do Boto-Cor-de-Rosa, situado no rio Ariau, a poucos quilômetros de Manaus, é o único do mundo que aproveita em seu espaço natural os poderes curativos deste animal que vive no Amazonas e que têm aplicações oncológicas, neurológicas e fisioterapêuticas.
Além de sua simpatia e sua atração turística, o boto-rosa possui no cérebro um potente sistema de ultra-sons que o transforma em um complemento natural para atenuar da leucemia à depressão, ou problemas de psicomotricidade.
O centro, dirigido pelo veterinário brasileiro Igor Simões, possui desde 2005 tratamentos baseados na interação com este animal, cujo sistema de ultra-sons cerebrais é maior do que o do golfinho.
Situado no rio Ariau, que liga os rios Negro e Solimões - que depois se torna o rio Amazonas -, o centro de "bototerapia", como também se conhece este tratamento, tem a peculiaridade de trabalhar com os animais sem mantê-los em cativeiro, o que multiplica a eficácia, e é especializado no tratamento infantil, ainda em pequena escala.
O boto-cor-de-rosa, com seus pequenos e quase inúteis olhos, compensa a deficiência visual com um gerador de ultra-sons capazes de, "ao entrar em contato com as pessoas, ter uma visão delas equivalente à de uma ultra-sonografia na qual, em seguida, localizam onde está seu problema", disse Simões à Agência Efe.
Após estudar veterinária e dedicar anos de pesquisa, Simões firmou sua tese sobre o efeito fisioterapêutico nos humanos de nadar com os botos, mas, depois, foi comprovando que sua aplicação se estendia também ao campo neurológico, ao oncológico e ao psicológico.
Os ultra-sons situam o problema e conseguem "um efeito de equilíbrio no corpo, geram endorfinas e estimulam o organismo, de modo que podem fazer melhorar o funcionamento de glândulas, a secreção de hormônios e o fluxo sanguíneo", explicou.
Segundo dados da Fundação Água Thought, um dos efeitos mais notórios dos botos é a capacidade para melhorar a sincronia inter-hemisférica - com sucesso em 75% dos casos - e ativar zonas latentes do cérebro, desbloqueando também traumas, e reverter a auto-estima, que também ativa o sistema imunológico do paciente.
Antes da ciência, já existia um mito indígena que ligava o boto-cor-de-rosa ao organismo do homem e, segundo o qual, o animal se transformava em homem à noite e fecundava as mulheres.
O boto, além disso, completa com seus ultra-sons de uma maneira natural a quimioterapia e a radioterapia para pacientes com câncer, segundo Simões.
Além disso, estimulam a necessidade de comunicação nas crianças com problemas de socialização e dinamizam a aprendizagem nos casos de Síndrome de Down, conseguindo resultados entre duas e dez vezes mais rápidos.
"Quanto maior é o problema, mais os botos formam empatia com o paciente", assegurou Simões, acrescentando que estes tratamentos conseguem o bem-estar nos próprios botos, que, inclusive, "aprendem" a ser mais eficazes.
O efeito terapêutico destes animais, que adultos podem chegar a pesar 180 quilos e a medir 2,5 metros, "é notado desde o primeiro dia", embora o tratamento possa durar até três anos, em sessões de duas horas.
Este tipo de tratamento é solicitado, na maioria, por pacientes brasileiros, mas também estão começando a chegar pedidos da Europa.
O boto-cor-de-rosa do Amazonas compartilha seu uso terapêutico com o turístico, devido a seu caráter afável e sua facilidade de trato com os humanos, objeto de visitas organizadas quase diárias, que conseguiram a redução da caça desse animal, já que sua carne servia antes de isca para a pesca em grande escala. EFE
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O coelho
Queridos,
Cada mês escreverei um artigo em que iremos falar um pouco sobre cada bicho, para que possamos entender melhor certos comportamentos e quebrar alguns tabus. Beijos.
O Coelho
O coelho doméstico é o coelho europeu (Oryctolagus cuniculus),foi introduzido na Europa por volta do ano 1300, mas já era criado na China e India. Animais extremamente dóceis e pacíficos, são um tanto arredios e medrosos quando criados sem contato humano. Não são roedores, são Lagomorfos, pois possuem 4 dentes incisivos superiores ao invés de dois, como os roedores, além de outras características, como orelhas grandes e patas traseiras maiores.
Diferentemente das lebres, seu parente selvagem, que não é domesticável, eles são ótimos animais de estimação. São limpos, não necessitam de banhos, não possuem cheiro, podem aprender a urinar e defecar em caixas de areia para gatos. Como mascotes são carinhosos e brincalhões, gostam de ser acariciados e retribuem lambendo as mãos de seu dono. Vivem até 12 anos e podem pesar até 4 quilos, nas raças grandes, sendo que também há raças miniaturas.
O pelo é macio e pode ser escovado diariamente.
A fêmea do coelho é a coelha e não a lebre. A lebre é um animal parecido mas de espécie diferente. A coelha pode dar até 7 crias por ano, com gestação de apenas 30 dias, nascendo até 12 filhotes, sem pelos e cegos. Mas eles crescem rápido e com 40 dias já estão desmamados, sendo aptos para reproduzir com apenas 4 meses.
A dieta do coelho é omposta unicamente por vegetais: capim, feno, folhas como couve, agrião e a ração balanceada. Adoram frutas como maçã e banana e também outras guloseimas como pão, por isso devemos tomar cuidado para que não engordem demais. Também gostam de cenouras.
Não fazem barulho, apenas emitem um pequeno guincho se ficarem muito assustados. Podem bater com os pés no chão para avisar os companheiros de um perigo, são ótimos saltadores e corredores, mas não tem muito fôlego. Cavam tocas para morar e vivem em grupos pequenos. Podem morder se ficarem acuados e se defendem com coices fortes.
O ideal é criá-los soltos no quintal, sem gaiolas. Você pode cercar uma área para eles, até uma lavanderia de apartamento serve.
bem é isso. Quem quiser saber mais, pode me escrever. tenho uma coelha de 4 anos chamada Quick, que é minha paixão e companheira de todas as horas..... E olha que ela mora comigo em um apartamento!
Beijos a todos.
Juliana
Cada mês escreverei um artigo em que iremos falar um pouco sobre cada bicho, para que possamos entender melhor certos comportamentos e quebrar alguns tabus. Beijos.
O Coelho
O coelho doméstico é o coelho europeu (Oryctolagus cuniculus),foi introduzido na Europa por volta do ano 1300, mas já era criado na China e India. Animais extremamente dóceis e pacíficos, são um tanto arredios e medrosos quando criados sem contato humano. Não são roedores, são Lagomorfos, pois possuem 4 dentes incisivos superiores ao invés de dois, como os roedores, além de outras características, como orelhas grandes e patas traseiras maiores.
Diferentemente das lebres, seu parente selvagem, que não é domesticável, eles são ótimos animais de estimação. São limpos, não necessitam de banhos, não possuem cheiro, podem aprender a urinar e defecar em caixas de areia para gatos. Como mascotes são carinhosos e brincalhões, gostam de ser acariciados e retribuem lambendo as mãos de seu dono. Vivem até 12 anos e podem pesar até 4 quilos, nas raças grandes, sendo que também há raças miniaturas.
O pelo é macio e pode ser escovado diariamente.
A fêmea do coelho é a coelha e não a lebre. A lebre é um animal parecido mas de espécie diferente. A coelha pode dar até 7 crias por ano, com gestação de apenas 30 dias, nascendo até 12 filhotes, sem pelos e cegos. Mas eles crescem rápido e com 40 dias já estão desmamados, sendo aptos para reproduzir com apenas 4 meses.
A dieta do coelho é omposta unicamente por vegetais: capim, feno, folhas como couve, agrião e a ração balanceada. Adoram frutas como maçã e banana e também outras guloseimas como pão, por isso devemos tomar cuidado para que não engordem demais. Também gostam de cenouras.
Não fazem barulho, apenas emitem um pequeno guincho se ficarem muito assustados. Podem bater com os pés no chão para avisar os companheiros de um perigo, são ótimos saltadores e corredores, mas não tem muito fôlego. Cavam tocas para morar e vivem em grupos pequenos. Podem morder se ficarem acuados e se defendem com coices fortes.
O ideal é criá-los soltos no quintal, sem gaiolas. Você pode cercar uma área para eles, até uma lavanderia de apartamento serve.
bem é isso. Quem quiser saber mais, pode me escrever. tenho uma coelha de 4 anos chamada Quick, que é minha paixão e companheira de todas as horas..... E olha que ela mora comigo em um apartamento!
Beijos a todos.
Juliana
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